Nunca ouviu falar? Tem medo e raiva de quem sabe? Entrou em pânico quando comprou um notebook com um "Windows" que não era Windows? Acha que isso é coisa de nerd? E ainda acha mesmo que o mundo, um dia, vai viver sem ele?
Minha caminhada no universo do Free OS começou em 1997, quando conheci um cara que trabalhava como mantenedor de um laboratório de informática da Engenharia Agrícola da Unicamp. Foi aí que descobri que a Engenharia Elétrica desta mesma Universidade mantinha um ftp com quase tudo que havia na época de distribuições Linux.
Mas minha maior descoberta foi mesmo o Monkey Linux, distribuição que cabia em 5 disquetes, vinha com o famoso StartX, Netscape como navegador e uma versão bem inicial do Gimp. Esse colega conseguia abrir 15 janelas do navegador, baixar arquivo de ftp, compilar o kernel e ouvir música ao mesmo tempo! Nessa época os melhores computadores eram 586 (eu tinha um 486), e isso era realmente um prodígio!
O encanto de se poder desenvolver suas próprias ferramentas e ter um sistema sólido e confiável me abriram os olhos para um novo mundo. O meu computador, que era um compaq presário, com win95, não conseguia abrir uma foto em 16 bits, enquanto que no Linux eu conseguia abrir fotos de 24 bits e com tamanho superior ao da tela!
Ainda havia uma versão do Linux que cabia em um único disquete, porém eu optei pelo já famoso Red Hat, que estava na versão 5, creio. Criei uma partição, fiz a instalação, criei uma partição de boot (Lilo) e, apesar de estar começando, eu delirava com as máquinas virtuais, com o gerenciamento de processos, com a quantidade de ferramentas e, como um bom nerd, com o desafio de conquistar todo esse poder.
E meu primeiro desafio concreto foi compilar o kernel; 10 páginas de instruções, a maioria dizia "marque Y ou N, você não precisa saber" e algumas horas depois eu tinha um sistema que não mais funcionava! Pois é, compilar um kernel ainda é o Santo Graal que muitos procuram, porém as coisas mudaram tanto que hoje não é necessariamente uma preocupação, já que os kernels genéricos atendem bem a grande maioria dos computadores.
Se alguém procurar hoje quais são as ideologias das distribuições de Linux, verá que há uma grande variedade de direções; o Ubuntu, por exemplo, que é um excelente projeto, procurou facilitar a vida do usuário comum, agregando as ferramentas mais comuns, como OpenOffice, Firefox e um atualizador do sistema poderoso e versátil, o apt-get, absorvido do Debian, que é a raiz do mesmo. O Slackware, que sempre me pareceu the hardest é, por ideologia, um sistema que só trabalha com códigos estáveis e hoje pode até ser usado por um usuário mais inexperiente.
De todos os que já experimentei, o mais desafiador foi o Gentoo: sua ideologia é ter o sistema compilado desde o princípio; o primeiro passo é compilar o kernel e depois todos os códigos e bibliotecas, exigindo o conhecimento profundo do seu hardware e das flags que podem ou devem ser usadas. Usuários experientes levam 3 dias para compilá-lo completamente; os inexperientes com o Gentoo, ou não conseguem usar o OS ou levam até 11 dias para fazê-lo rodar, como li em um fórum. Eu encarei o desafio de instalá-lo e o resultado foi que a instalação comum não funcionou e a instalação pelo Ubuntu também não, então isso quer dizer que vou usar o Slackware na próxima instalação.
Eu também já vi umas distribuições que são iguais ao Windows, temas e barras idênticas, que lixo! O Linux tem poderosos gerenciadores de Desktop, como o KDE, e funcionalidades como o Beryl que são copiados extensivamente pela Microsoft; para que fazer o contrário?
Também usei o Conectiva Linux, tenho até hoje o box com os cds e os livros. Fiquei desestimulado de continuar usando por ser uma distro paga e pelos livros serem para iniciantes.
domingo, 27 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Momento oligofrênico! 1
Oligofrenia refere-se a pouca inteligência ou falta da mesma; para melhor exemplificar, alguns oligofrênicos em atitudes nada sapientes:
Muita gente loura junto!
Esse merecia mais três caras pra chutar!
Muita gente loura junto!
Esse merecia mais três caras pra chutar!
Histórias (absurdas) de Ilha Solteira! 2
Quando se trata de "brincadeiras" divertidas, as melhores sempre aconteciam no alojamento a Unesp, onde tinha muitos amigos. Uma vez um dos nossos amigos, o Jacaré, chegaria uma semana depois do início das aulas, e um calouro recém-chegado ía morar com ele. Nesse ínterim, a ala inteira disse ao calouro que o Jacaré era viado, que ninguém conseguia morar muito tempo com ele, que ele era promíscuo etc.
E como todo calouro sabe nada, só vira gente depois da faculdade, esse mesmo ficou todo amedrontado, provavelmente imaginando o que aconteceria. E assim chega o Jacaré com esse clima gay, imediatamente encarnando o personagem (uma vez, por um período de tempo, ele deixou no orkut que era bi-curioso hehehe), soltando a franga pra cima do coitado do novato.
E para piorar, o Tiú aparece (tiú mesmo, que lapa de língua tem esse doido) e entra em cena como o namorado do Jacaré. Os dois deitados na cama, cheios de chamegos e assanhamentos, querendo apagar a luz e o calouro apavorado achando que iria entrar em uma suruba gay ali mesmo. Não fosse o pessoal se acabar de rir no corredor, o calouro estaria totalmente traumatizado até hoje, porque um pouquinho de trauma certamente fica, hehe. E para finalizar, o Jacaré dá um tapa bem dado na bunda do calouro, só pra ele saber quem manda lá (ui!)!
E como todo calouro sabe nada, só vira gente depois da faculdade, esse mesmo ficou todo amedrontado, provavelmente imaginando o que aconteceria. E assim chega o Jacaré com esse clima gay, imediatamente encarnando o personagem (uma vez, por um período de tempo, ele deixou no orkut que era bi-curioso hehehe), soltando a franga pra cima do coitado do novato.
E para piorar, o Tiú aparece (tiú mesmo, que lapa de língua tem esse doido) e entra em cena como o namorado do Jacaré. Os dois deitados na cama, cheios de chamegos e assanhamentos, querendo apagar a luz e o calouro apavorado achando que iria entrar em uma suruba gay ali mesmo. Não fosse o pessoal se acabar de rir no corredor, o calouro estaria totalmente traumatizado até hoje, porque um pouquinho de trauma certamente fica, hehe. E para finalizar, o Jacaré dá um tapa bem dado na bunda do calouro, só pra ele saber quem manda lá (ui!)!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Esse leva o prêmio joinha! 1
Infelizmente, Patrick Swayze não resistiu ao câncer de pâncreas e faleceu ontem, dia 14 de setembro de 2009. Depois termino de escrever he.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Rapidinhas! 2
Ok, o Brasil ganhou, mas foi um jogo totalmente insosso. A Argentina, que tem um time de nível A, devia estar se sentindo miserável para jogar daquele jeito. E eu tenho uma dica: Maradonna. Será que eles ainda não perceberam que o único problema daquele time é um técnico fanfarrão que gosta de criar polêmicas e chamar a atenção? Nem dá para desgostar o time argentino desse jeito, dá dó. E mais dó ainda de quem parou para ouvir alguma palavra da boca daquele desvergonzado e falastrão. Dios bendiga a los pobres argentinos!
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