O que eu acho do Harry Potter:
- não gostei dos filmes, fica uma impressão de brincadeiras infantis de magia no mundo brega da magia açucarada;
- não li os livros, que podem realmente ser melhores que os filmes, porém ainda fico com a impressão de ser literatura puramente infantil (é classificado como infanto-juvenil);
- não suporto o marketing do filme, que coloca o ator Daniel Radcliffe com cara de mau (sem precedentes!);
- a Hermione não é hot, nem sexy, nem sensual (seus punheteiros);
- Daniel Radcliffe é um cara esperto, sendo o jovem mais rico da Inglaterra devido ao seu contrato de participação nos lucros do filme;
- e não gosto, ponto final.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
HADOUKEN!!! Games são cultura pura! 2
É muito fácil e, ao mesmo tempo, muito difícil de falar sobre Street Fighter. Quando a Capcom lançou a série em agosto de 1987, já existiam outros jogos de luta do tipo arcade. Porém, a estória desenrolava-se com dois lutadores selecionáveis (Ryu e Ken) e outros 10 controlados pelo jogo, viajando pelo mundo e desafiando lutadores de outros países, assim como acontece na série animada Street Fighter II Victory. O jogo não fez muito sucesso no começo, e havia um detalhe que eu não conhecia, já que nunca vi um console de Street Figher 1: o controle tinha um joystick e dois botões hidráulicos, um para soco e outro para chute; dependendo da força que era usada para acionar os botões, conseguia-se as intensidades fraca, média e forte, porém estragava rápido (molecada estragava tudo mesmo!). Depois desse pequeno problema, o console passou a ter 6 botões, muito mais prático e se tornando o padrão da série (e eu sonhava em ter o meu próprio arcade! E quem não sonhou?).
O sucesso veio mesmo com Street Fighter 2, tornando a série da Capcom a mais respeitada e jogada até hoje; apenas os personagens Ryu, Ken e Sagat permaneceram do primeiro jogo.
Uma curiosidade: quando o jogo chegou aos EUA, o personagem boxeador chamava-se Mike Bison, uma alusão ao Mike Tyson; para não enfrentrar problemas judiciais, alguns nomes foram trocados, ficando assim:
Confusões à parte, eu joguei demais Street Fighter 2, fosse no arcade, Super Nes, Mega Drive ou 3DO. E também eram intermináveis as versões piratas da série, como por exemplo a versão que quase todos os personagens soltavam hadoukens aos montes e Zangief cuspia fogo pelo joelho e dava o pilão "subindo a tela" várias vezes! Só quem viu para saber! Esse link é da versão pirata mais doida que já vi!
Uma coisa que achava engraçado eram os sons que os personagens faziam, alguns diziam que eram ruins por serem máquinas piratas, ou por outro lado, eram ruins mesmo, fazendo com que déssemos nomes esdrúxulos aos golpes. Tiger Robocop, Tretretrugem e Alexfull são apenas algumas combinações gozadas que existiam em máquinas mais antigas.
Street Fighter, além dos vários títulos da série (eu e meus amigos estamos doidos para jogar o Street Fighter 4, é duro morar no interior), virou filme (e bem tosco, coisa de americano, o Ryu e o Ken ficaram ridículos; para mim, só o Zangief ficou massa de verdade), virou desenhos e série animados, animação em flash, mangá, até novela (recomendo)!
Por isso eu disse que é fácil e difícil falar de Street Fighter: é assunto vastíssimo e é duro deixar algum tema para trás.
Só para finalizar, eu aprendi o caminho espiritual do guerreiro na série Street Fighter II Victory, que passava no SBT a mais de 10 anos atrás; é claro que achei a série e assisti novamente. É assim que se faz Hadooooooouken!
Nós vamos ao encontro do mais forte!
O sucesso veio mesmo com Street Fighter 2, tornando a série da Capcom a mais respeitada e jogada até hoje; apenas os personagens Ryu, Ken e Sagat permaneceram do primeiro jogo.
Uma curiosidade: quando o jogo chegou aos EUA, o personagem boxeador chamava-se Mike Bison, uma alusão ao Mike Tyson; para não enfrentrar problemas judiciais, alguns nomes foram trocados, ficando assim:
- M.Bison (Ocidente) - Vega (Japão)
- Balrog (Ocidente) - M. Bison (japão)
- Vega (Ocidente) - Balrog (Japão)
Confusões à parte, eu joguei demais Street Fighter 2, fosse no arcade, Super Nes, Mega Drive ou 3DO. E também eram intermináveis as versões piratas da série, como por exemplo a versão que quase todos os personagens soltavam hadoukens aos montes e Zangief cuspia fogo pelo joelho e dava o pilão "subindo a tela" várias vezes! Só quem viu para saber! Esse link é da versão pirata mais doida que já vi!
Uma coisa que achava engraçado eram os sons que os personagens faziam, alguns diziam que eram ruins por serem máquinas piratas, ou por outro lado, eram ruins mesmo, fazendo com que déssemos nomes esdrúxulos aos golpes. Tiger Robocop, Tretretrugem e Alexfull são apenas algumas combinações gozadas que existiam em máquinas mais antigas.
Street Fighter, além dos vários títulos da série (eu e meus amigos estamos doidos para jogar o Street Fighter 4, é duro morar no interior), virou filme (e bem tosco, coisa de americano, o Ryu e o Ken ficaram ridículos; para mim, só o Zangief ficou massa de verdade), virou desenhos e série animados, animação em flash, mangá, até novela (recomendo)!
Por isso eu disse que é fácil e difícil falar de Street Fighter: é assunto vastíssimo e é duro deixar algum tema para trás.
Só para finalizar, eu aprendi o caminho espiritual do guerreiro na série Street Fighter II Victory, que passava no SBT a mais de 10 anos atrás; é claro que achei a série e assisti novamente. É assim que se faz Hadooooooouken!
Nós vamos ao encontro do mais forte!
domingo, 5 de julho de 2009
Histórias (absurdas) de Ilha Solteira 1!
Coleguichas e colegotes, este tópico há de contar todas as verdades, meias-verdades e contos fantasiosos de Ilha Solteira! Como só Deus sabe as loucuras de uma cidade universitária, eu vou contar as que presenciei (na maioria) ou tive informações fidedignas e, podem crer, absurdos fazem parte do cotidiano.
História número 1: no meu primeiro ano de Ilha Solteira, nós íamos na pizzaria comer rodízio de pizza e cada um conseguia comer de 12 a 15 pedaços, em média (Cupim e Mário já conseguiram comer 20 pedaços, outros colegas também atingiram essa marca). Vendo o prejuízo, a pizzaria mudou a massa, fazendo com que ninguém mais conseguisse comer mais que 10 pedaços de pizza. Porém, nosso colega da Eng. Civil, xxxxx (não lembro o nome nem o apelido, mas o Gramps vai me passar isso depois) foi na pizzaria da cidade comer um rodízio com os amigos. Quando ele já estava sentindo-se meio estufado, foi ao banheiro, vomitou tudo e voltou a sentar-se à mesa disposto a comer mais 10 pedaços de pizza. Isso é que é raiva por pagar caro por pizza ruim!
História número 1: no meu primeiro ano de Ilha Solteira, nós íamos na pizzaria comer rodízio de pizza e cada um conseguia comer de 12 a 15 pedaços, em média (Cupim e Mário já conseguiram comer 20 pedaços, outros colegas também atingiram essa marca). Vendo o prejuízo, a pizzaria mudou a massa, fazendo com que ninguém mais conseguisse comer mais que 10 pedaços de pizza. Porém, nosso colega da Eng. Civil, xxxxx (não lembro o nome nem o apelido, mas o Gramps vai me passar isso depois) foi na pizzaria da cidade comer um rodízio com os amigos. Quando ele já estava sentindo-se meio estufado, foi ao banheiro, vomitou tudo e voltou a sentar-se à mesa disposto a comer mais 10 pedaços de pizza. Isso é que é raiva por pagar caro por pizza ruim!
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