domingo, 27 de setembro de 2009

LINUX é vida, babe!

Nunca ouviu falar? Tem medo e raiva de quem sabe? Entrou em pânico quando comprou um notebook com um "Windows" que não era Windows? Acha que isso é coisa de nerd? E ainda acha mesmo que o mundo, um dia, vai viver sem ele?
Minha caminhada no universo do Free OS começou em 1997, quando conheci um cara que trabalhava como mantenedor de um laboratório de informática da Engenharia Agrícola da Unicamp. Foi aí que descobri que a Engenharia Elétrica desta mesma Universidade mantinha um ftp com quase tudo que havia na época de distribuições Linux.
Mas minha maior descoberta foi mesmo o Monkey Linux, distribuição que cabia em 5 disquetes, vinha com o famoso StartX, Netscape como navegador e uma versão bem inicial do Gimp. Esse colega conseguia abrir 15 janelas do navegador, baixar arquivo de ftp, compilar o kernel e ouvir música ao mesmo tempo! Nessa época os melhores computadores eram 586 (eu tinha um 486), e isso era realmente um prodígio!
O encanto de se poder desenvolver suas próprias ferramentas e ter um sistema sólido e confiável me abriram os olhos para um novo mundo. O meu computador, que era um compaq presário, com win95, não conseguia abrir uma foto em 16 bits, enquanto que no Linux eu conseguia abrir fotos de 24 bits e com tamanho superior ao da tela!
Ainda havia uma versão do Linux que cabia em um único disquete, porém eu optei pelo já famoso Red Hat, que estava na versão 5, creio. Criei uma partição, fiz a instalação, criei uma partição de boot (Lilo) e, apesar de estar começando, eu delirava com as máquinas virtuais, com o gerenciamento de processos, com a quantidade de ferramentas e, como um bom nerd, com o desafio de conquistar todo esse poder.
E meu primeiro desafio concreto foi compilar o kernel; 10 páginas de instruções, a maioria dizia "marque Y ou N, você não precisa saber" e algumas horas depois eu tinha um sistema que não mais funcionava! Pois é, compilar um kernel ainda é o Santo Graal que muitos procuram, porém as coisas mudaram tanto que hoje não é necessariamente uma preocupação, já que os kernels genéricos atendem bem a grande maioria dos computadores.
Se alguém procurar hoje quais são as ideologias das distribuições de Linux, verá que há uma grande variedade de direções; o Ubuntu, por exemplo, que é um excelente projeto, procurou facilitar a vida do usuário comum, agregando as ferramentas mais comuns, como OpenOffice, Firefox e um atualizador do sistema poderoso e versátil, o apt-get, absorvido do Debian, que é a raiz do mesmo. O Slackware, que sempre me pareceu the hardest é, por ideologia, um sistema que só trabalha com códigos estáveis e hoje pode até ser usado por um usuário mais inexperiente.
De todos os que já experimentei, o mais desafiador foi o Gentoo: sua ideologia é ter o sistema compilado desde o princípio; o primeiro passo é compilar o kernel e depois todos os códigos e bibliotecas, exigindo o conhecimento profundo do seu hardware e das flags que podem ou devem ser usadas. Usuários experientes levam 3 dias para compilá-lo completamente; os inexperientes com o Gentoo, ou não conseguem usar o OS ou levam até 11 dias para fazê-lo rodar, como li em um fórum. Eu encarei o desafio de instalá-lo e o resultado foi que a instalação comum não funcionou e a instalação pelo Ubuntu também não, então isso quer dizer que vou usar o Slackware na próxima instalação.
Eu também já vi umas distribuições que são iguais ao Windows, temas e barras idênticas, que lixo! O Linux tem poderosos gerenciadores de Desktop, como o KDE, e funcionalidades como o Beryl que são copiados extensivamente pela Microsoft; para que fazer o contrário?
Também usei o Conectiva Linux, tenho até hoje o box com os cds e os livros. Fiquei desestimulado de continuar usando por ser uma distro paga e pelos livros serem para iniciantes.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Momento oligofrênico! 1

Oligofrenia refere-se a pouca inteligência ou falta da mesma; para melhor exemplificar, alguns oligofrênicos em atitudes nada sapientes:




Muita gente loura junto!




Esse merecia mais três caras pra chutar!

Histórias (absurdas) de Ilha Solteira! 2

Quando se trata de "brincadeiras" divertidas, as melhores sempre aconteciam no alojamento a Unesp, onde tinha muitos amigos. Uma vez um dos nossos amigos, o Jacaré, chegaria uma semana depois do início das aulas, e um calouro recém-chegado ía morar com ele. Nesse ínterim, a ala inteira disse ao calouro que o Jacaré era viado, que ninguém conseguia morar muito tempo com ele, que ele era promíscuo etc.
E como todo calouro sabe nada, só vira gente depois da faculdade, esse mesmo ficou todo amedrontado, provavelmente imaginando o que aconteceria. E assim chega o Jacaré com esse clima gay, imediatamente encarnando o personagem (uma vez, por um período de tempo, ele deixou no orkut que era bi-curioso hehehe), soltando a franga pra cima do coitado do novato.
E para piorar, o Tiú aparece (tiú mesmo, que lapa de língua tem esse doido) e entra em cena como o namorado do Jacaré. Os dois deitados na cama, cheios de chamegos e assanhamentos, querendo apagar a luz e o calouro apavorado achando que iria entrar em uma suruba gay ali mesmo. Não fosse o pessoal se acabar de rir no corredor, o calouro estaria totalmente traumatizado até hoje, porque um pouquinho de trauma certamente fica, hehe. E para finalizar, o Jacaré dá um tapa bem dado na bunda do calouro, só pra ele saber quem manda lá (ui!)!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Esse leva o prêmio joinha! 1

Infelizmente, Patrick Swayze não resistiu ao câncer de pâncreas e faleceu ontem, dia 14 de setembro de 2009. Depois termino de escrever he.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Rapidinhas! 2

Ok, o Brasil ganhou, mas foi um jogo totalmente insosso. A Argentina, que tem um time de nível A, devia estar se sentindo miserável para jogar daquele jeito. E eu tenho uma dica: Maradonna. Será que eles ainda não perceberam que o único problema daquele time é um técnico fanfarrão que gosta de criar polêmicas e chamar a atenção? Nem dá para desgostar o time argentino desse jeito, dá dó. E mais dó ainda de quem parou para ouvir alguma palavra da boca daquele desvergonzado e falastrão. Dios bendiga a los pobres argentinos!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Filmes e mais filmes, adoro! 2

O ano era 1989 (I was just a geek boy!), e ia passar na Tela Quente um filme de ação (muita ação mesmo), o qual eu e meu pai não perderíamos de maneira alguma. O nome era Predador. Do elenco, bastava o nome Arnold Schwarzenegger para se ter a garantia de violência gratuita, sangue jorrante e homens em estado autista na frente da tv. O filme rodado em 1987 pela (singela) bagatela de 18 milhões de dólares contava com um time de homens gigantescos, armas mais gigantescas ainda e um roteiro bastante massacrado pelos filmes B: um grupo militar altamente especializado para caçar/matar/destruir qualquer coisa que cruzasse o seu caminho. No entanto, e é por isso que este filme enquadra-se também nas categorias Terror e Ficção Científica, há um monstro cabeçudo com dreadlocks de outro planeta, com armas alucinantes e totalmente empenhado em colecionar crânios humanos!


Este ser, apenas chamado de Predator, encherga em infravermelho, tem enorme habilidade em esgueirar-se pelas árvores, fica invisível e possui uma arma de plasma com um poder de destruição e mira inigualáveis!
Para tanto, avaliando as habilidades do time do Major Dutch, vemos que tinham especialistas em armas de fogo rápidas e pesadas, armas brancas, lança-granadas, guerrilha, desarmamento e armamento de bombas, combate corpo-a-corpo, comunicação (línguas e rádio), inteligência, sobrevivência na selva (e em qualquer ambiente) e em piadas sem graça! Será que faltou algo?

Da esquerda para a direita: Sargento Richard Hawkins (Shane Black), Tenente Willian "Billy" Sole (Sonny Landham), Major Alan "Dutch" Schaeffer (Arnold Schwarzenegger), Major George Dillon (Carl Weathers), Sargento Michael "Mac" Elliott (Bill Duke), Sargento Blain Cooper (Jesse Ventura) e agachado, Tenente Jorge "Poncho" Ramirez (Richard Chaves).
Este time foi implacável com um acampamento russo inteiro que estava no meio da selva de algum país da América Central. Objetivo: resgatar um ministro sequestrado pelas forças guerrilheiras locais; real objetivo: impedir que o armamento russo cruzasse a fronteira; último objetivo: chegar ao local de resgate vivo!
Este filme possui uma fotografia maravilhosa, e mesmo na época, os (d)efeitos especiais criaram um ambiente sinistro e assutador na selva, fosse pelas imagens em infravermelho ou pelos efeitos de transparência da camuflagem do Predator.
A sonografia também merece um crédito enorme, excelentemente orquestrada. É uma trilha sonora que acompanha a mente depois que se vê o filme, provavelmente pela melodia categoricamente militar.
Este filme possui uma legião fiel de fãs por todo o mundo, tal foi o impacto causado pela estória, elenco e efeitos especiais. Porém, desalento e falta de bom senso da produção já começaram com o Predator 2, estrelado por Danny Glover.


A estória começa em uma Los Angeles escaldante com traficantes colombianos e jamaicanos se matando doidamente, quando um alien mais selvagem ainda aparece para apimentar a festa. PeraÊ, Danny Glover detonando sozinho um Predator? Foi aí que a égua caiu no poço, e continuou com os miseráveis Alien vs Predator 1 e 2.


Essas estórias ficcionais de Predator e Alien vs Predator são muito boas para serem jogadas no lixo como os produtores fizeram até agora. É quase óbvio que fãs da série Alien também são fãs do Predator, e fora os papéis do Arnoldão e Sigourney Weaver, Alien vs Predator ficou DEVENDO grandiosamente!
Eu só me sentiria digno de ver só mais esse cruzamento de estórias:


Essa, com certeza, seria fantástica; porém não existem roteiristas inteligentes e criativos à altura da expectativa dos fãs para tal empreitada. O que me resta então é apelar para os gibis e curtir esse "melhores momentos" que fiz do filme Predator.





Algumas curiosidades:

- o Van Damme seria, inicialmente, o predador; porém seu nome não apareceria nos créditos e, por isso, ele desistiu;
- o papel de predador foi dado a um ator bem alto, Kevin Peter Hall, que tinha 2,20m. Só faltava um predador de 1,60m nada intimidador (no caso do Van Damme);
- o personagem Hawkings (Shane Black) sempre quer contar suas piadas sem graça para o único personagem sério do grupo, Billy; pelo menos ele consegue rir (ou entender) uma única piada. Shane Black também é um dos roteiristas do filme;
- o personagem Blain carrega a mais poderosa arma do grupo: uma Gatling Gun. Ela é tão poderosa que mesmo o robusto e forte Jesse Ventura treme inteiro quando ela está disparando;
- eu li em algum lugar que a máscara do predador foi produzida com a ajuda do diretor James Cameron; esse mesmo cara dirigiu aquele filme que ganhou um monte de Oscars e tem incríveis e inúmeros erros de edição (acho que ele estava morrendo de vergonha na entrega do Oscar);
- o personagem Blain tem algumas frases clássicas, como "Bunch of slack-jawed faggots around here. This stuff'll make you a goddamn sexual tyrannosaurus, just like me!", referindo-se ao hábito de mascar fumo e "I ain't got time to bleed" depois de levar um tiro de raspão no braço;
- o personagem Mac não se cansa de passar um barbeador no rosto, é só dar um descanso e ele começa a se barbear;
- o personagem Blain, depois de tirar a jaqueta do exército, está usando uma camiseta da MTV, daquelas antigonas.

Só para completar, achei essa redublagem do filme, bem divertida para quem se diverte com vozes afônicas e estridentes!


It's a alarm! It's a alarm!

What a one ugly motherfucker!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Rapidinhas! 1

O que eu acho do Harry Potter:
- não gostei dos filmes, fica uma impressão de brincadeiras infantis de magia no mundo brega da magia açucarada;
- não li os livros, que podem realmente ser melhores que os filmes, porém ainda fico com a impressão de ser literatura puramente infantil (é classificado como infanto-juvenil);
- não suporto o marketing do filme, que coloca o ator Daniel Radcliffe com cara de mau (sem precedentes!);
- a Hermione não é hot, nem sexy, nem sensual (seus punheteiros);
- Daniel Radcliffe é um cara esperto, sendo o jovem mais rico da Inglaterra devido ao seu contrato de participação nos lucros do filme;
- e não gosto, ponto final.

terça-feira, 7 de julho de 2009

HADOUKEN!!! Games são cultura pura! 2

É muito fácil e, ao mesmo tempo, muito difícil de falar sobre Street Fighter. Quando a Capcom lançou a série em agosto de 1987, já existiam outros jogos de luta do tipo arcade. Porém, a estória desenrolava-se com dois lutadores selecionáveis (Ryu e Ken) e outros 10 controlados pelo jogo, viajando pelo mundo e desafiando lutadores de outros países, assim como acontece na série animada Street Fighter II Victory. O jogo não fez muito sucesso no começo, e havia um detalhe que eu não conhecia, já que nunca vi um console de Street Figher 1: o controle tinha um joystick e dois botões hidráulicos, um para soco e outro para chute; dependendo da força que era usada para acionar os botões, conseguia-se as intensidades fraca, média e forte, porém estragava rápido (molecada estragava tudo mesmo!). Depois desse pequeno problema, o console passou a ter 6 botões, muito mais prático e se tornando o padrão da série (e eu sonhava em ter o meu próprio arcade! E quem não sonhou?).
O sucesso veio mesmo com Street Fighter 2, tornando a série da Capcom a mais respeitada e jogada até hoje; apenas os personagens Ryu, Ken e Sagat permaneceram do primeiro jogo.




Uma curiosidade: quando o jogo chegou aos EUA, o personagem boxeador chamava-se Mike Bison, uma alusão ao Mike Tyson; para não enfrentrar problemas judiciais, alguns nomes foram trocados, ficando assim:

M.Bison (Ocidente) - Vega (Japão)
Balrog (Ocidente) - M. Bison (japão)
Vega (Ocidente) - Balrog (Japão)

Confusões à parte, eu joguei demais Street Fighter 2, fosse no arcade, Super Nes, Mega Drive ou 3DO. E também eram intermináveis as versões piratas da série, como por exemplo a versão que quase todos os personagens soltavam hadoukens aos montes e Zangief cuspia fogo pelo joelho e dava o pilão "subindo a tela" várias vezes! Só quem viu para saber! Esse link é da versão pirata mais doida que já vi!
Uma coisa que achava engraçado eram os sons que os personagens faziam, alguns diziam que eram ruins por serem máquinas piratas, ou por outro lado, eram ruins mesmo, fazendo com que déssemos nomes esdrúxulos aos golpes. Tiger Robocop, Tretretrugem e Alexfull são apenas algumas combinações gozadas que existiam em máquinas mais antigas.
Street Fighter, além dos vários títulos da série (eu e meus amigos estamos doidos para jogar o Street Fighter 4, é duro morar no interior), virou filme (e bem tosco, coisa de americano, o Ryu e o Ken ficaram ridículos; para mim, só o Zangief ficou massa de verdade), virou desenhos e série animados, animação em flash, mangá, até novela (recomendo)!
Por isso eu disse que é fácil e difícil falar de Street Fighter: é assunto vastíssimo e é duro deixar algum tema para trás.
Só para finalizar, eu aprendi o caminho espiritual do guerreiro na série Street Fighter II Victory, que passava no SBT a mais de 10 anos atrás; é claro que achei a série e assisti novamente. É assim que se faz Hadooooooouken!




Nós vamos ao encontro do mais forte!

domingo, 5 de julho de 2009

Histórias (absurdas) de Ilha Solteira 1!

Coleguichas e colegotes, este tópico há de contar todas as verdades, meias-verdades e contos fantasiosos de Ilha Solteira! Como só Deus sabe as loucuras de uma cidade universitária, eu vou contar as que presenciei (na maioria) ou tive informações fidedignas e, podem crer, absurdos fazem parte do cotidiano.
História número 1: no meu primeiro ano de Ilha Solteira, nós íamos na pizzaria comer rodízio de pizza e cada um conseguia comer de 12 a 15 pedaços, em média (Cupim e Mário já conseguiram comer 20 pedaços, outros colegas também atingiram essa marca). Vendo o prejuízo, a pizzaria mudou a massa, fazendo com que ninguém mais conseguisse comer mais que 10 pedaços de pizza. Porém, nosso colega da Eng. Civil, xxxxx (não lembro o nome nem o apelido, mas o Gramps vai me passar isso depois) foi na pizzaria da cidade comer um rodízio com os amigos. Quando ele já estava sentindo-se meio estufado, foi ao banheiro, vomitou tudo e voltou a sentar-se à mesa disposto a comer mais 10 pedaços de pizza. Isso é que é raiva por pagar caro por pizza ruim!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Games são cultura pura 1!

Hoje eu estava pesquisando sobre o famoso, perigoso e poderoso golpe chamado Falcon Punch! Apesar das (des)informações divertidas à respeito da origem do mesmo, o golpe relata ao Captain Falcon, que por sua vez era o personagem principal do jogo F-Zero, um jogo de corrida futurista, com naves ao invés de carros e gráficos chocantes. Como esse foi um dos raros jogos do Super Nes que eu joguei e era muito bom, senti-me propulsionado a falar de F-Zero também.

A Nitendo lançou o jogo para o Super Nes em 1990, dando continuidade nas seguintes plataformas:

- F-Zero X (Nintendo 64)
- F-Zero Maximum Velocity (Game Boy Advance)
- F-Zero GP Legend (GBA)
- F-Zero AX (Arcade)
- F-Zero GX (GameCube)

Não preciso dizer o quanto F-Zero foi famoso e idolatrado; creio que nem o Cupim conhecia essas outras versões (se fosse sobre Top Gear, ele saberia)!





Por falar em idolatria, o link do Captain Falcon leva ao primeiro e único web site dedicado a ele mesmo! O site contem biografia, fotos, vídeos, downloads e dicas para F-Zero e Super Smash Bros. Captain Douglas Jay Falcon recebeu o título de capitão por trabalhar na força policial de Internova, é reconhecido como um dos melhores corredores de todos os tempos e AINDA é famoso e temido por ser um caçador de recompensas. Vive isolado e escondido na cidade de Port Town onde constantemente participa de corridas usando o Blue Falcon; porém quando está em missões ou caçadas, usa o Falcon Flyer. Detalhe: essa é somente a estória do primeiro jogo!

Já que falei sobre F-Zero e Captain Falcon, cadê o Falcon Puuuuuuuunch? Simplesmente descobri que o Captain Falcon faz aparições em todos os jogos da série Super Smash Bros, sendo um dos 4 personagens escondidos. Seu golpe mais famoso e mais poderoso, adivinhem? Falcon Punch!, e fazia cerca de 25% de dano. Nada mais justo um golpe poderoso ser criado por um cara poderoso!





Pronto! Agora é só treinar a poderosa técnica do Captain Falcon! Só não exploda a galáxia!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Filmes e mais filmes, adoro 1!

Essa madrugada passou na Globo The Naked Gun: The Smell of Fear 2 1/2 (Corra Que a Polícia Vem Aí 2), e é óbvio que assisti, apesar dos cortes incessantes e da reclamação de que eu estava rindo muito alto! Leslie Nielsen é um ator raro que começou no gênero dramático e desbundou para a comédia nos anos 80, fazendo estrondoso sucesso com o filme Airplane! (Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu!). Aprendi a gostar de filmes de comédia com Leslie, e além da série The Naked Gun, recomendo o Wrogfully Accused, que satiriza o filme do Harrison Ford, The Fugitive.
Eu tenho muitos filmes, e eles são basicamente ficção científica, ação e comédia. Como um bom e entusiasta nerd, delirei com o filme Contact (Contato) com Jodie Foster no papel de uma cientista que devotava sua alma à ciência e que recebe sinais de rádio de uma civilização de outro planeta. Posso dizer, LINDO! Só assim para eu chorar no final, feliz da vida.
Outro filme que tornou-se único para mim é Astérix et Obélix Contre César; é francês, tem Gérard Depardieu como Obelix, tem Roberto Benigni Como Lucius Detritus, e tem os gauleses! Para quem já leu quase todos os livros da série (como eu), este filme é encantador, engraçado e fiel à descrição dos personagens; por incrível que pareça, conseguiram retratar até a abominável, truculenta e estridente voz do bardo Assurancetourix (Chatotorix ou Cacofonix), tão terrível que atraía a ira dos deuses, por Toutatis!

Preciso de mais tempo para escrever sobre outros filmes!

Rock my Gigabits!

Holla! Hoje estava fazendo uma pesquisa sobre o processador do meu mobile-pc, um Core 2 Duo. Sabe como são os engenheiros, se você pode conseguir 1% a mais desempenho, você vai tê-lo! Se conseguir 0,3%, já pode se gabar! A menos que seu colega compre um processador 1500,00 R$ mais caro que o seu por um desempenho 4% melhor, e esse é o problema.
Quando comprei o meu, e já achei uma maravilha do mundo tecnológico e logístico, já sabia de antemão que a arquitetura Dual Core trabalha com dois processadores na mesma pastilha, com um barramento de 64 bits (santo 64 bits), porém esses núcleos não conversam entre si para realizar as tarefas do sistema operacional, dependendo então do próprio sistema para agregar a força bruta de dois núcleos.
PORÉM, e mais uma vírgula, estamos transgredindo uma regra importante: os programas 32 bits (a maioria dos programas, seja plataforma Windows ou Linux) não conseguem "conversar" com sistemas de multiprocessamento, ou seja, não importa ter um processador de 4 núcleos, o Crysis só vai rodar usando um núcleo, pois o mesmo é compilado em 32 bits. Chato, né?
Então, pra que eu quero um putz processador nessas condições? Bem, se o camarada gosta de usar um monte de programas ao mesmo tempo, o pc vai rodar lisinho, sem travamentos, pois o SO vai dividir as tarefas entre os núcleos. E se for usar um programa pesado, não tem choro: 1 núcleo vai trabalhar no máximo, e o resto fica ocioso.
Na minha pesquisa ficou claro que se um processador de 64 bits, um SO de 64 bits e um programa de 64 bits estiverem juntos e conversando adequadamente, aí sim vamos ter um desempenho real de 64 bits, incluindo multiprocessamento.
E se você, que comprou um Quad Extreme, tem 16 Gb de ram DDR3 em dual channel, 2 HD de 1Tb em raid, duas 9800 em SLI e é ENGENHEIRO, pode usar todo esse power com softwares pesadíssimos de engenharia que trabalham em 64 bits e foram preparados para tragar tudo isso e mais um pouco (the sky never is enough). Até porque Crysis roda com um terço disso, aham!
That's why I love this job, babe!

Boa tarde, muito boa!

O tempo passou; aliás, desde os tempos tórridos de Ilha Solteira que estou planejando criar um blog para retratar a minha posição (às vezes incondicional e hilariante) sobre notícias, conhecimento, meus amigos e meu hábitos, filmes e, quem sabe, sobre novelas! É gostoso escrever, deitar as palavras quando ainda estão quentes na cabeça, e eu fervo a cabeça de vem em quando. Bem, vamos ao que interessa, sejam bem vindos para o que der e vier!

Meu nome é Evandro Abreu, e sou engenheiro mecânico. Por que Nerd nas Estrelas? Recentemente tive conhecimento de um seriado chamado Big Bang Theory onde, pela primeira vez na televisão, não houve discriminação ou censura à respeito de seres inteligentes e pensantes! Se alguém já assistiu e vivenciou a piada "Because we can", ou tem um fascínio anormal por desmontar as coisas, ou tem um laboratório de foguetes em casa, ou acha (a)normal ser engenheiro, ou acha que a vida se torna mais fácil por causa dos números, ou é tarado por um computador, ou simplesmente é feliz por se enquadrar na categoria Nerd, não se limite, reach the stars! Welcome to the jungle, babe!